Administradores · Início de sessão em Linux
Início de sessão em Linux com segundo fator: o módulo PAM e o agente
Ainda não disponível
Este artigo descreve uma funcionalidade em desenvolvimento. Ainda não a pode usar; o artigo serve para planear.
Os computadores e servidores Linux vão ter o mesmo segundo fator que o Windows: depois da palavra-passe do Linux, a pessoa aprova no telemóvel ou escreve um código. A solução tem duas peças: um módulo PAM (pam_authguard.so), que o Linux chama no início de sessão, e um agente (authguard-agentd), que comunica com o serviço.
Já está disponível?
Ainda não. O módulo e o agente estão construídos e testados em Debian, mas o serviço ainda não aceita computadores Linux, e os pacotes de instalação para cada distribuição ainda vão ser publicados. Este artigo descreve como vai funcionar, para que possa planear um piloto.
O que protege?
| Serviço Linux | Quando |
|---|---|
| Início de sessão na consola e no ambiente gráfico, desbloqueio do ecrã | No próprio computador |
| SSH | Início de sessão remoto |
sudo, su e pkexec | Elevação de privilégios |
O módulo corre depois do módulo da palavra-passe, por isso uma palavra-passe errada nunca chega ao telemóvel. Os serviços que não conhece ficam de fora; um serviço próprio pode indicar o seu cenário com o argumento scenario=.
Como se inscreve um computador?
- Crie um token de instalação em «Gerir» › «Computadores», como no Windows. Ver Tokens de instalação.
- Instale o agente e execute
authguard-agentd enrol --origin <endereço da organização> --token-file <ficheiro>. O token só funciona uma vez. - O agente escreve
/etc/authguard/agent.tomle depois obtém do serviço as definições e a marca. - Acrescente o módulo às pilhas PAM que quer proteger, depois do módulo da palavra-passe.
Um único pacote serve todas as organizações. Os computadores nunca contam como licenças. Um computador que nunca foi inscrito nunca é afetado pelo módulo.
Onde ficam as chaves?
Quando o computador tem um chip TPM 2.0, o agente sela as suas chaves nele com o systemd-creds; caso contrário, guarda-as em ficheiros que só o root pode ler. Só processos do root podem pedir ao agente uma decisão de início de sessão; os bloqueadores de ecrã só podem desbloquear a sessão do próprio utilizador, na consola.
O que acontece sem rede?
- Na consola, quem já entrou com rede nesse computador usa o seu código offline, ou o desafio do suporte (escrevendo
R). - O início de sessão remoto (SSH) é recusado enquanto não houver rede.
- As contas de emergência entram na consola só com a palavra-passe, e o evento é comunicado mais tarde.
E se o agente parar?
Por omissão, o módulo falha fechado: na consola só funcionam as contas de emergência e o desafio do suporte. Num lançamento faseado pode definir fail=open, que deixa passar só a palavra-passe enquanto o agente estiver parado. Retire-o quando o piloto estiver estável.
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